DIAS MELHORES

DIAS MELHORES

E João pergunta, QUAL O MEU LUGAR? I

E João pergunta, QUAL O MEU LUGAR? I

EJoão pergunta, QUAL O MEU LUGAR? II

EJoão pergunta, QUAL O MEU LUGAR? II

NOITE

NOITE

ANTES DA TEMPESTADE

ANTES DA TEMPESTADE

ESCOLHA

ESCOLHA

NUM DIA DE SOL...

NUM DIA DE SOL...

RECORTE URBANO - João de barro

RECORTE URBANO - João de barro

PÁSSAROS URBANOS IV

PÁSSAROS URBANOS IV

PÁSSAROS URBANOS III

PÁSSAROS URBANOS III

PÁSSAROS URBANOS II

PÁSSAROS URBANOS II

PÁSSAROS URBANOS I

PÁSSAROS URBANOS I

 Pássaros, tempestades e dias   melhores     pinturas - 2012 à 2019
 
Carta aberta à um pombo 
 
Se lhe escrevo, caro amigo, é para agradecer-lhe a atitude gentil que teve ao deixar-me passar à sua frente, cedendo-me a vez, no momento em que ia cruzar a rua, gentileza rara nos humanos que, como você e eu, transitam por estas calçadas. Comoveu-me ver com que civilidade refreou o passo para que eu cruzasse à sua frente, sem perda de tempo, uma vez que aparentava pressa. Essa sua atitude me fez refletir...
Ferreira Goulart
Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Da série: ÚLTIMO ATO

Último ato 
Fotografia  2016
 
 
Memória e esquecimento. Espaço que abriga o corpo das transformações do mundo que não podemos reter.
O instante. O último ato antes do fim, e a angústia que permeia o medo do nunca mais. A vida transcorre na casa, o vaso de flores permanece sobre a mesa e grita que o fim é inevitável. Como fuga ou consolo, entre o efêmero e o definitivo, a ficção.
 
 
 
 

 

 

 
 
 
ENTRE A MINHA CIDADE E A PRÓXIMA

ENTRE A MINHA CIDADE E A PRÓXIMA

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

SOBRE ÁRVORES MORTAS E ÁRV. SECAS

Sobre árvores mortas e árv. secas

Sobre árvores mortas e árv. secas

Sobre árvores mortas e árvores secas  pintura  sobre fotografia                   2014 à 2016
 

Nesta série, as árvores retratadas são pintadas com cores luminosas com a intenção de compartilhar com o observador os traços das imagens que capturam o meu olhar quando os registro e as minhas sensações. Assim sinalizo para o que me inquieta na tentativa de ver e mostrar estas árvores como potências de vida. É nesta ideia de potência e de sensação que busco referências para este trabalho.

 

Das árvores secas as folhas caem como uma estratégia de proteção contra o frio, reduzindo ao máximo seu gasto de energia, garantindo sua renovação para a próxima estação. Uma árvore morta, faz parte de um ecossistema, abriga ainda formas de vida e potenciais locais para ninhos - certas espécies de pássaros só constroem seus abrigos em árvores mortas, portanto, uma árvore morta, não é apenas uma árvore morta.
 

 

CAMINHOS

CAMINHOS

CADERNO EM CONSTRUÇÃO

CADERNO EM CONSTRUÇÃO

CADERNO EM CONSTRUÇÃO

CADERNO EM CONSTRUÇÃO

CADERNO EM CONSTRUÇÃO

CADERNO EM CONSTRUÇÃO

É NOITE... TÁ ESCURO LÁ FORA.

É NOITE... TÁ ESCURO LÁ FORA.

TEMPUS EDAX RERUM

TEMPUS EDAX RERUM

E ERA ISSO...

E ERA ISSO...

INFINITAS CORTINAS

INFINITAS CORTINAS

RECORTES PROVOCADOS

RECORTES PROVOCADOS

NOTURNO

NOTURNO

AMOR...

AMOR...

VIDA REAL COM POESIA

VIDA REAL COM POESIA

Recortes provocados
pinturas     2009 à 2012
 
Imagens construídas através de camadas sobrepostas com transparências e recortes, gerando uma provocação entre o que é mostrado e o que é oculto. Fragmentos  verbais, como fragmentos de poemas, canções ou outras fontes frequentemente são introduzidos como elementos plásticos ou complementos, são palavras retiradas dos seus contextos originais e usadas para provocar novos significados. As palavras tem presença tão plástica como poética como elementos que complementam as obras como parte do processo.
 
 
 
 
 

 

 

 
 
 
A COR DO SOM

A COR DO SOM

MOVIMENTO

MOVIMENTO

IMG_0282 - Cópia

IMG_0282 - Cópia

PAUTA

PAUTA

DOIS PRA LÁ, DOIS PRA CÁ..

DOIS PRA LÁ, DOIS PRA CÁ..

CONSTRUÇÃO

CONSTRUÇÃO

BRILHO DA NOITE

BRILHO DA NOITE

Série: A música e seus instrumentos

Série: A música e seus instrumentos

Série: A música e seus instrumentos

Série: A música e seus instrumentos

Série: A música e seus instrumentos

Série: A música e seus instrumentos

Série: A música e seus instrumentos

Série: A música e seus instrumentos

VIOLÃO I

VIOLÃO I

LUDO REAL

LUDO REAL

VIOLÃO II

VIOLÃO II

DAMA DA NOITE

DAMA DA NOITE

EM OUTRO TEMPO

EM OUTRO TEMPO

Série: A música e seus instrumentos

Série: A música e seus instrumentos

NOTURNO

NOTURNO

TRADUZIR-SE

TRADUZIR-SE

A música e seus instrumentos
pinturas                     1999 à 2012

 

Instrumentos de cordas, formas sensuais, infinitas formas.

Desde que o mundo é mundo existe a música.

Não apenas dessa forma organizada em um produto,

mas sons, sons e mais sons. Mesmo o silêncio é música, como uma grande pausa... (Luís Paulo)                                                                                  

                                                                             

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

ALERTA GRÁFICO - TRABALHO INFANTIL

Alerta Gráfico - Trabalho Infantil
Pintura                                   1998/2000
A coleção ilustra o site e pertence ao escritório
http://www.filippettoadvogados.com.br/alerta-grafico
 
Betinha por Nestor M. Habkost

Pintora sensível às problemáticas sociais faz em suas telas uma espécie de arqueologia do imediato. Remexendo as camadas de uma região da topografia social, com a paciência de arqueóloga, ela recolhe, limpa, organiza e recompõe os fragmentos de uma prática social – o trabalho infantil – que reaparece cada vez mais na economia contemporânea, suavizada de sua violência através de discursos matizados em tons pastéis: o que justifica a exploração infantil na forma de trabalho educativo; o que sustenta que criança – pobre – trabalhando não se torna marginal/criminoso; o que diz que tirando a criança do trabalho aumenta sua miséria e da própria família. ...
O trabalho de Elisabete Trevisan nos mostra que a força expressiva da arte dá muito o que pensar.

Ela é um convite sensível que inquieta o pensamento.

Nestor M. Habkost é Professor de Filosofia na Universidade Federal de Santa Catarina, Doutor em Ciências da Linguagem pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (EHESS) - Paris, França.

                                                                             

TEIA

TEIA

FALO II

FALO II

FANTASMAS NOSSOS E ALHEIOS

FANTASMAS NOSSOS E ALHEIOS

MARIONETES

MARIONETES

ANTES DA ALEGRIA

ANTES DA ALEGRIA

MEDO DO PARA SEMPRE E DO NUNCA MAIS

MEDO DO PARA SEMPRE E DO NUNCA MAIS

NEM SEMPRE É O QUE PARECE SER

NEM SEMPRE É O QUE PARECE SER

TEMOS MEDO DO PARA SEMPRE E DO NUNCA MAI

TEMOS MEDO DO PARA SEMPRE E DO NUNCA MAI

NEM TUDO SÃO FLORES

NEM TUDO SÃO FLORES

ENTREFIOS

ENTREFIOS

OUTROS OUTUBROS VIRÃO

OUTROS OUTUBROS VIRÃO

AMIGO

AMIGO

PÉ-DE-ORELHA

PÉ-DE-ORELHA

MARIONETES II

MARIONETES II

ÚLTIMA GOTA

ÚLTIMA GOTA

ANJO DO MEIO DIA

ANJO DO MEIO DIA

RAPUNZEL URBANA

RAPUNZEL URBANA

Reflexos e sentimentos
pintura                  1995 /1997
 
Preto e Branco
Como se o preto não fosse cor
Como se a arte não fosse vida
                Colorimos sem cor...
                Pinceladas de vida
                uma tela imaginária
                entre o ego e o éter
           sem preço para venda.
                       
                       Marcelo Capillé

 

M. Capillé

A MUSICALIDADE DA COR - 80 X 70 CM - 198

A MUSICALIDADE DA COR - 80 X 70 CM - 198

ALADO

ALADO

S/ TÍTULO

S/ TÍTULO

A JANELA

A JANELA

DIVÃ

DIVÃ

S/ TÍTULO

S/ TÍTULO

S/ TÍTULO

S/ TÍTULO

S_ TÍTULO

S_ TÍTULO

S/ TÍTULO

S/ TÍTULO

CASULOS

CASULOS

VENTO SUL

VENTO SUL

ALERTA

ALERTA

S/ TÍTULO

S/ TÍTULO

FRAGMENTOS

FRAGMENTOS

LINHAS CRUZADAS

LINHAS CRUZADAS

O OUTRO EU

O OUTRO EU

VULTO

VULTO

DA ÁGUA

DA ÁGUA

ÊXTASE

ÊXTASE

TRAMA

TRAMA

MOVIMENTO

MOVIMENTO

PASSAGEM SECRETA

PASSAGEM SECRETA

FALO DE GABI

FALO DE GABI

HARMONIA

HARMONIA

HARMONIA EM MOVIMENTO

HARMONIA EM MOVIMENTO

ASSANHADO

ASSANHADO

NO AR

NO AR

Ressonância primeira exposição
Pintura                                   1989/1992